Terapia individual
Um acompanhamento contínuo, com horário fixo reservado para você na agenda. Também é possível o formato quinzenal.
Terapia online em português
Sou psicóloga clínica há mais de 10 anos e atendo 100% online, acompanhando pessoas de diferentes cidades do Brasil e brasileiros que vivem fora do país.
Antes de qualquer técnica, existe uma pessoa, uma história e uma vida acontecendo.
Sou psicóloga clínica há mais de 10 anos, com especializações em Gestalt-terapia, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), além de formações mais recentes em terapias contextuais.
Ao longo desses anos, minha forma de fazer psicoterapia também foi se transformando. Hoje, trabalho a partir das melhores evidências científicas disponíveis, sem perder de vista o que considero essencial: cada processo é construído de forma muito particular.
Mais do que buscar apenas a redução de sintomas, meu trabalho passa por compreender o que tem produzido sofrimento, ampliar possibilidades e ajudar cada pessoa a construir uma relação mais flexível consigo mesma e uma vida que faça mais sentido para ela.
Antes da psicologia, minha primeira formação foi o jornalismo, e ele continua fazendo parte de quem eu sou. Vem daí o meu amor pela escrita, que para mim é uma forma de expressão e também de cuidado. Escrever é terapêutico para mim.
Também sou empresária e estou à frente do Instituto Acontecer, uma clínica de psicologia em Brasília onde atua uma equipe de psicólogos.
Para quem vive longe do Brasil
Desde 2020 atendo brasileiros que moram fora. Morar em outro país traz muita coisa nova, e às vezes é só a vida acontecendo, com suas dores e questões, em outro lugar. A terapia é em português, online, com horário combinado de acordo com o seu fuso.
Hoje acompanho pessoas que vivem nos Estados Unidos, no Canadá, em Portugal, na França, na Holanda e em outros países.
O que costuma aparecer
Um acompanhamento contínuo, com horário fixo reservado para você na agenda. Também é possível o formato quinzenal.
Um espaço para o casal olhar junto para o que tem sido difícil e para o que deseja construir na relação.
Valores e disponibilidade de horários são informados pelo WhatsApp. Todos os atendimentos têm nota fiscal.
Você me chama no WhatsApp, conta um pouco do que está buscando e agendamos a sua primeira sessão.
Os encontros são pelo Google Meet. No horário combinado, envio o link para você.
Com horário fixo e regularidade, construímos juntos um acompanhamento do seu jeito.
Sim. Sou cadastrada no e-Psi, a plataforma do Conselho Federal de Psicologia para atendimento online, o que permite acompanhar brasileiros que vivem em outros países.
Do mesmo jeito que a presencial: uma conversa com tempo, escuta e sigilo. A diferença é que acontece por vídeo, pelo Google Meet. Atendo 100% online desde 2020.
Cerca de 50 minutos na terapia individual e cerca de 1h15 na terapia de casal.
Todos os atendimentos têm nota fiscal, e posso fornecer relatório quando o plano pedir. As regras de reembolso variam de plano para plano, então vale confirmar com o seu.
Sessões desmarcadas com menos de 24 horas de antecedência são cobradas normalmente. Com mais de 24 horas, o valor vira crédito para o mês seguinte.
Pode, para horários, pagamentos e remarcações, e também para contar algo que não quer esquecer de levar para a sessão. Nem sempre consigo responder na hora, e o WhatsApp não substitui o nosso encontro.
Escrever faz parte de quem eu sou. Aqui estão alguns dos textos que publico no Instagram do Instituto Acontecer:
“A casa caiu.” Parece pesado ouvir algo assim, né?
Foi pesado mesmo.
Certa vez, em meio a uma reunião de trabalho, essa frase apareceu. E, de algum jeito, conseguiu traduzir um sentimento que estava engasgado em mim, mas que eu ainda não sabia nomear.
A casa caiu.
Essas três palavras já disseram respeito a partes da minha vida. Mas talvez encontrem alguma coisa da sua também.
Porque, às vezes, a casa cai.
Cai quando aquilo que a gente vinha tentando sustentar já não se sustenta mais. Quando insistir começa a custar caro demais. Quando as boas intenções não são mais suficientes. Quando a realidade exige de nós uma resposta diferente.
E talvez uma das partes mais difíceis seja justamente essa: parar de negociar com aquilo que já está acontecendo.
Não porque aceitamos felizes. Não porque deixou de doer. Não porque era o que queríamos.
Mas porque lutar contra a existência de uma realidade não faz com que ela deixe de existir.
Por aqui, a casa já caiu algumas vezes.
E, curiosamente, algumas decisões importantes nasceram justamente ali: quando já não dava mais para continuar fazendo do mesmo jeito.
É quando algumas emoções finalmente encontram espaço. Quando comportamentos precisam ser revistos. Quando boas intenções precisam, enfim, virar movimento.
Talvez aceitar seja também isso: olhar para o que existe, e não apenas para o que gostaríamos que existisse.
E então perguntar: diante disso que está aqui, diante do que eu sinto, diante do que não posso mudar agora… como eu quero seguir?
Porque nem sempre é sobre reconstruir a casa depressa.
Às vezes, antes de reconstruir, precisamos ter coragem de olhar para os escombros e admitir que algumas coisas não devem voltar para o mesmo lugar.
E você? A casa caiu por aí também? Talvez ela esteja te mostrando alguma coisa que você ainda está tentando não olhar.
Escrito em parceria com Pri Antonelli.
Ninguém vê a porta. Só vê a casa funcionando.
A gente trabalha, cuida dos outros, responde mensagem, ri no almoço de domingo. E carrega um cômodo inteiro que não abre há anos.
Eu sei como é. Eu também carrego.
E aprendi uma coisa, primeiro na minha casa e depois na clínica: não é a porta fechada que adoece. É a vida que vai encolhendo em volta dela.
As conversas que a gente evita. Os lugares onde não vai. As partes de nós que ficam trancadas junto.
Você não precisa arrombar nada. Mas também não precisa continuar morando no corredor.
Chega perto. Mesmo sem certeza. Mesmo com medo.
A casa é sua. Inteira.
Por muito tempo eu achei que aceitar era desistir.
Que se eu parasse de brigar com a ansiedade, ela ganharia. Que se eu deixasse a tristeza ficar, ela nunca mais iria embora. Então eu lutava. Todo dia. Contra o que eu sentia.
E cansava.
A gente aprende cedo que sentir é perigoso. Que chorar é fraqueza, que pedir ajuda é fracasso, que ir com medo é irresponsável. E passa a vida gastando energia tentando não sentir, em vez de viver.
Aceitar não é concordar com a dor. Nem gostar dela. É parar de travar uma guerra dentro de você, para sobrar força para o que realmente importa.
Às vezes, o primeiro passo em direção ao que importa vem acompanhado de medo. E tudo bem. O medo não precisa sair para você ir.
Demorei para escrever este texto.
Porque falar de família, para mim, nunca foi falar de almoço de domingo. É falar de coisas que eu carreguei por muito tempo sem saber que tinham nome.
Eu sei que muita gente também é assim. Gente que ouve "família é tudo" e sente um aperto no peito. Que se sente culpada por não sentir saudade de muita coisa. Que aprendeu a ficar em alerta antes de aprender a descansar.
Se esse é você, quero te dizer uma coisa: a sua história explica muita coisa. Mas não decide tudo.
Você não precisa apagar o passado, nem fingir que ele foi bom, nem resolver tudo de uma vez. Pode começar pequeno. Uma resposta diferente. Um limite. Um jeito novo de cuidar de si.
É assim que uma herança nova começa.
Eu demorei pra perceber que não era o tédio que me incomodava. Era o que aparecia quando tudo ficava em silêncio.
A gente enche cada brecha do dia com som, vídeo, notificação. E chama isso de distração. Mas às vezes é fuga. Fuga de um cansaço, de uma conversa, de uma pergunta que a gente ainda não quer responder.
Na terapia, a gente não tenta arrancar esses pensamentos à força. A gente aprende a deixar eles sentarem do lado, sem entregar o volante.
Hoje, tenta três minutos sem nada. O que chegou?
O que a psicologia fez de mim
A minha relação com a psicologia não é feita só de orgulho e gratidão. Ela também já foi atravessada por dúvidas, cansaço e medo, e por momentos em que, mesmo acompanhando tantas pessoas na construção dos seus caminhos, eu mesma não sabia muito bem para onde estava indo.
A psicologia me ensinou muito sobre pessoas. Mas, inevitavelmente, me colocou diante de mim mesma. Me ensinou que compreender uma dor não nos impede de senti-la, e que não precisamos esperar o medo desaparecer para escolher um caminho.
Uma vida com sentido não é uma vida sem sofrimento. É uma vida em que continuamos escolhendo o que importa, mesmo quando alguma coisa dentro de nós pede para fugir.
Eu jamais seria quem sou hoje se não fosse psicóloga. E sigo grata por todos os encontros que, enquanto eu tentava transformar alguma coisa na vida de alguém, também transformaram profundamente a minha.
Gabi Silveira
Contato
Me chame no WhatsApp para tirar dúvidas, saber os valores e agendar sua primeira sessão.
WhatsApp +55 61 99693-6514A terapia não é um serviço de emergência. Em situação de risco, no Brasil ligue para o CVV (188) ou o SAMU (192). Fora do país, procure o serviço de emergência local.